Análise - MDNA Tour



     Assim como em seu álbum de mesmo nome, Madonna não aparece inovando na sua nova turnê. As polêmicas estão de volta, os "abusos religiosos" e etc... Assim podemos iniciar uma análise sobre esse show que está dando o que falar, não pela sua qualidade, mas pelas polêmicas que podemos encontrar.
  Não que o novo show da Madonna seja ruim, a MDNA Tour é sim muito boa, mas nela, a "Rainha do Pop" não está virando alvo de jornais e sites por conta da sua qualidade musical ou visual, mas pelas polêmicas que encontramos pelo show. 
   Começando pela abertura, onde temos uma simulação de culto religioso, onde vemos Madonna rezando e pedindo perdão por ser uma "garota malvada". Logo ouvimos "Girls Gone Wild" tomar conta da arena com uma performance sem nada especial além da revelação das incríveis plataformas móveis no palco.
    Após "Revolver" temos "Gang Bang", a melhor faixa do álbum ganha uma performance incrível e original, onde, em um quarto de hotel, Madonna mata seus dançarinos. Além da criatividade da performance, durante a música, o telão é dominado por um Background de tirar o fôlego, onde, cada vez que vemos Madonna atirando, manchas de sangue aparecem em um timer perfeito combinando MUITO com o clima.
  Vemos "Papa Don't Preach" e logo após temos "Hung Up" onde vemos Madonna praticando slackline (caminhar sobre a corda bamba) com seus dançarinos. Realmente, uma performance boa e criativa. Depois, com "I Don't Give A...", onde Madonna canta tocando uma guitarra o tempo inteiro, temos uma breve volta ao mundo religioso apresentado anteriormente. onde no final, ela aparece deitada em frente a uma cruz. Mas antes disso, vemos uma projeção incrível da Nicki Minaj cantando seu trecho na música, o melhor da performance.
 Logo após, temos as irrelevantes performances de “Heartbeat” e “Best Friend”, as quais eu decidi não perder meu tempo falando.
  "´Será uma Paquita? Não! A Xuxa? Não! É a Madonna??? ÉÉÉÉÉ!" Voltando com um figurino "paquita", Madonna canta Express Yourself, e emenda a tão falada performance de Born This Way, onde ela só canta o refrão da música, e não muda nem a instrumental, ou seja, só pra dizer que "atacou" a GaGa. E no final fala a mesma frase 2 vezes, "She's Not Me", mais uma vez pra falar "Haa! I'm a Girl Gone Wild...". 
      Enfim, logo temos o melhor remix da noite, é uma versão de "Give Me All Your Luvin'" muito energética e perfeita para o momento. Ela faz um solo incrível de dança com 2 pom-pons no estilo "Cheeleader", o clima da música.
    Então temos mais performances que podem passar despercebido, "Turn Up The Radio", "Open Your Heart" (que apesar de irrelevante é muito bonita), e "Masterpiece" (música que não me desceu até hoje).
    Aí chegamos a parte que você pode gritar "PUTARIAAAAAA", cantando "Vogue"; "Candy Shop"(que ela conseguiu o grande feito de estragar); "Erotica" e "Human Nature", Madonna beija dançarinas, se esfrega nas mesmas e nos homens também, faz striptease, ou seja, putaria level Madonna. Com o final do Cabaret, Madonna canta "Like a Virgin" em uma versão acústica e muito emocionante. -Fã de verdade chora aqui-
   Chegando perto do fim, "I'm Addicted" é performada e seguida por "I'm a Sinner", onde de gladiadora ela passa pra indiana "JAI HOOOOO". Como sempre, Madonna canta "Like a Prayer" divinamente com um coral que só faz bater palmas(pois só 3 estão realmente cantando).
   E pra encerrar com chave de ouro, Madonna acaba o show com "Celebretion" em uma performance SUPER energética e com uma coreografia sensacional que mistura passos de DJ com um troço muito louco com as mãos, ou seja, só vendo pra entender a maginitude dessa performance.
   E assim acaba o show da MDNA Tour, uma turnê muito boa, que vai consagrar Madonna cada vez mais com a "Rainha do show que não faz nenhum sentido, mas é muito bom"
   

0 comentários

Muito obrigado pelo seu comentário! Não deixe de curtir as nossas redes sociais para não perder nenhum conteúdo!!