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Resumão rock in rio: 2° e 3° dia





No último final de semana o Rio de Janeiro recebeu mais de 85mil pessoas para cada dia de um dos maiores festivais de música do mundo, o Rock In Rio.


No dia 14, o palco Sunset recebeu grandes nomes nacionais e internacionais. Como Detonautas e Zeca Baleiro num Tributo ao Raul Seixas, Marky Ramone e The Offspring. Esse último chamou mais atenção do que o próprio Capital Inicial que tocava antes. O espaço ficou bem apertado para os fãs que não reservaram logo cedo o lugar.


No Palco Mundo, os melhores momentos estão no show do Thirty Seconds to Mars. O cantor Jared Leto, com uma presença de palco impressionantes chamou várias fãs para o palco e até desceu da tirolesa em sua perfomance. 



Florence and the Machine apesar da música mais calma, não deixou a desejar com um show emocionante. A musa da indie music atraiu várias fãs com tiaras floridas e conquistou a platéia aos poucos, deixando o sucesso Dog Days are over pro final. 

No dia 15, domingo, o Festival atraiu um público bastante diversificado, crianças, adultos, idosos e adolescentes se reuniram para assistir Justin Timberlake, Jessie J, Alicia Keys e Jota Quest no Palco Mundo. Quem chegou cedo, também teve oportunidade de apreciar um apresentação fantástica do Nando Reis e do Samuel Rosa (Skank) no Palco Sunset.




Jota Quest abriu o Palco Mundo numa sessão de muita nostalgia e músicas melosas. Seguido da cantora pop Jessie J, que na falta de muitos sucessos, também apostou na aproximação com os fãs. Entre muitos elogios e agradecimentos,  a cantora desceu até a grade e ficou a olho-a-olho com um dos fãs.


As performances mais esperadas não decepcionaram. Apesar do atraso de 30 minutos de Alicia Keys, a moça soltou a voz em todas as músicas, principalmente em sucessos como New York e Girl On Fire.



Pouco depois, o show mais esperado da noite animou todo o público. Justin Timberlake encantou o Brasil com um show maravilhoso. Cantou vários sucessos, dos mais antigos ao mais novos, como SexyBack, Summer Love e Suits ant tie. Além de mostrar os passos de dança e todo o charme e simpatia que aparenta. 






Os dois anos de pausa entre as edições do Festival parecem compensar para as melhorias. Entre 2011 e 2013, a acústica, a organização e até mesmo a limpeza do evento - que melhorou bastante - mostra que o Brasil é capaz de produzir eventos excelentes no mesmo patamar dos países de primeiro mundo.
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