RESENHA: Malévola

  Fadas, magia e amor verdadeiro. Sim, este é Malévola, um filme que não cumpre a promessa de ser "sombrio", e que entra como mais um da lista "Disney sendo Disney", o que não desmerece o mesmo. 

  Logo no começo do filme, com Malévola ainda criança, percebemos que o filme vai ser diferente da promessa dos trailers. Uma fada "cura" uma planta quebrada e ajuda os animais enquanto uma narração nos apresenta como "Malévola" (o que é estranho, já que no começo do filme ela ainda é boa).

  Daí em diante, somos levados à uma jornada pela história de uma vilã que odiávamos, que passamos a amar e torcer para seu final feliz.

  O roteiro do filme apresenta algumas falhas (tanto em relação ao mesmo quanto em relação ao classico animado), mas nada tira o brilho de Angelina Jolie, a atriz mais certa para interpretar o papel. Das cenas de humor às mais "sombrias", Angelina mostra total controle sobre sua personagem (sua performance no batizado de Aurora vale o ingresso). 

  A direção do filme não mostra grande destaque, mas como temos um diretor de arte neste "cargo", os efeitos do filme nos deixam encantado com toda beleza de um mundo até então desconhecido neste clássico.

  Malévola não cumpriu sua promessa e pode decepcionar neste aspecto, mas supera as expectativas e mostra que tudo é uma questão de ponto de vista. Um bom filme para toda família.


Texto por: Eduardo de Andrade Santos

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