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Para Sempre Alice: Crítica

  Quinta, dia 12 de março estrou nos cinemas brasileiros o filme Para Sempre Alice (Still Alice, EUA, 2014). O filme é estrelado por Julianne Moore, uma professora universitária que descobre ter um tipo raro e genético de Alzheimer. que a atingiu muito antes da idade normal em que a doença se manifesta, o filme conta como ela passa a lidar com a doença enquanto ela prejudica cada vez mais seu dia-a-dia.
  Sempre forte, Alice lida com a doença da melhor maneira possível, mas com o tempo, o Alzheimer acaba dificultando e muito a vida dela.  Contando com ótimas estratégias narrativas que fazem o espectador sentir os lapsos de tempo causados pela doença ou ter ideia da real dimensão dela e o que ela pode chegar a causar aos pacientes, em alguns momentos o filme se torna bem carregado emocionalmente e as vezes até tenso.
  A interpretação de Julianne Moore (que ganhou um Oscar pelo filme) da um tom ainda mais emocionante ao filme que, ainda que acompanhada de um ótimo elenco de apoio (com nomes como Kristen Stweart, Alec Baldwin e Kate Bosworth), é quase todo carregado pela atriz de Alice, que em cenas como a do discurso que faz sobre Alzheimer para pacientes com a doença ou quando grava um vídeo para seu futuro, emociona o público.
  Se você gosta de filmes emocionantes e tocantes, o filme é um "must-see" para pessoas como você. Se você não gosta tanto do gênero, vá mesmo assim. O filme em si é muito bom, e a reflexão causada por ele, melhor ainda.Para Sempre Alice ainda está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e você confere o trailer clicando no banner abaixo:


             O mês da mulher é aqui no Gleep, porque para elas a homenagem dura o mês inteiro!!

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