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Unbreakable Kimmy Schmidt: Crítica

   Nessa sexta (06) estreou na Netflix mais uma série original do serviço, Unbreakable Kimmy Schmidt. Dos mesmos criadores de "30 Rock"(Tina Fey e Robert Carlock) a série conta a história de Kimmy, uma jovem que passa 15 anos da sua vida presa em um bunker por um pastor de uma seita religiosa e, ao sair, vai morar em Nova York e vai tentar recuperar todo o tempo perdido.
  Assim como em 30 Rock, o humor ácido está presente em toda a série. O amigo e companheiro de quarto de Kimmy, Titus Burguees é gay e negro de um jeito extremamente estereotipado e engraçado, mas sem se tornar apelativo e ofensivo. O mesmo acontece com a socialite Jacqueline Vorhees, que contrata Kimmy como babá do seu filho. O humor da série toca na ferida, mas sem machucar, só pra dizer que ela existe (e claro, fazer piadas com a mesma).
   O elenco traz à série mais um ponto positivo. Com ótimas atuações, Ellie Kemper, Jane Karowski e Titus Burgees juntos ao roteiro com ótimas piadas a todo momento faz os fans de 30 Rock voltarem à atmosfera da série e os não fans morrerem de vontade de acompanhar as inspirações do que eles estão vendo. "Unbreakable" é atual, jovem, viciante e vai te deixar assistindo até perceber que aquele é o ultimo episódio (o único ponto negativo da série ~mas é só porque vai acabar, porque o episódio também é incrível~)
  Acompanhar Kimmy em sua busca por si mesma e sua adaptação às novas tecnologias, assim como acompanhar Titus em sua ascensão rumo à Broadway e a crise do casamento de Jacqueline são algumas das boas coisas dessa série engraçadíssima. "Unbreakable Kimmy Schmidt" já tem uma segunda temporada confirmada, e definitivamente é uma série que vale a pena acompanhar.
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