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#PumaPunku: A vida nos festivais eletrônicos

Nós resolvemos expandir ainda mais a cultura e abrir a mente para os mais diversos tipos de expressões culturais no Brasil e no mundo, mostrando para vocês, nossos leitores, a vida dos festivais eletrônicos-culturais que existem por aí a fora. Para início dessa grande viagem, fomos conferir de perto um festival bem alternativo e contar pra vocês com a nossa visão tudo o que rolou de perto.

Aconteceu nesse Sábado (18) em Pouso Alegre, Minas Gerais a segunda edição do festival de música eletrônica Puma Punku – Resistência extraterrestre. Segundo o link do evento no Facebook, o “Puma Punku vem para transmitir a cultura Trance entre outros seres através da música e dança, elevar nossa mente ao cosmo e assim transformar nossa celebração em uma experiência única.”

Aparentemente, alguns acham o tema um pouco “fora da realidade”, mas a forma que vivenciamos no festival, foi algo bem saudável e com muitos adeptos ali presentes.

Imagem: divulgação 1ª edição / Por: Leandro Goulart

Puma punku ocorreu em uma Chácara com uma vista incrível, diversas montanhas ao redor e muito verde. Eles sempre tentam fazer em lugares de grande altitude para que fiquemos mais próximos desses seres galácticos que vivem próximos das estrelas.

Para quem ainda não tem contato com festas voltadas para o Trance Psicodélico foi realmente surpreendente, o público era bem alternativo, jovens de todas as idades, dreads, tatuagens, roupas indianas e muito respeito a natureza foram o que mais nos chamaram atenção. Nao haviam lixos no chao, e todos estavam lá apenas para ouvir música boa e ter um contato maior com o “mundo paralelo”.

Ao contrário das festas, com que a maioria das pessoas está acostumada, onde há muita pegação, gente com outras intenções e os famosos “posers”, as pessoas de lá transmitiram muita positividade e verdade em suas atitudes.

Imagem: divulgação 1ª edição / Por: Ana padilha

A festa teve início no Sábado ás 14h e encerrou no Domingo às 18h. Contava com um camping com uma vista do nascer do sol realmente lindo, acompanhado do frio congelante. O valor de cada ingresso na bilheteria, era de R$ 60,00 já com o camping incluso, chuveiro e acesso as duas pistas da festa. Os valores do bar não eram altos como em festas maiores onde os preços são completamente absurdos, e também havia exposição de arte hippie (filtro dos sonhos, pulseiras e colares), uma tabacaria chamada TabaTrip com venda de vários produtos incríveis desse setor e um espaço de cura com reiki, massagem e yoga.

Imagem: estrutura do camping 1ª edição / Por: Leandro Goulart


Esse gênero musical costuma possuir grandes pré-conceitos, mas indo de mente e coração aberto, podemos perceber que um festival desse gênero vai muito além do que as pessoas pensam. Vimos em todos os momentos que haviam amigos se abraçando, rodas na fogueira, alguns cães correndo e brincando com seus donos, transformando tudo em um ambiente leve e saudável.

Imagem: divulgação 1ª edição / Por: Ana padilha

Às 18h do Sábado estava na programação um momento de “Ritual de abertura” que foi feito por um boliviano especialista em medicina alternativa chamado Munsmawa Chuimampi. Foi um momento marcante da festa. A música parou e todos se uniram ao redor da fogueira, Munsmawa iniciou o ritual explicando a motivação que nos fazia estarmos ali juntos e unidos, falou sobre a valorização da nossa mãe-terra e também sobre a crença de uma força maior, seja qual fosse a nossa religião, que todos devem viver em harmonia e em paz. Montou uma oferenda em que todos participavam e a queimou na fogueira. Nesse instante, muitos choraram e se abraçaram. Foi um momento de pureza e reflexão para todos. Logo depois a festa continuou com um visual noturno, com um decoração psicodélica e completamente colorida.

Para quem nunca foi nesse tipo de festa, fica aqui a nossa recomendação, para conhecer uma galera e um som totalmente alternativo, muitos deles rodeado de cultura e arte. Vamos te manter por dentro desse “Mundo paralelo” chamado de música eletrônica, não deixando de contar tudinho a vocês! Namastê.

Imagem: Artes hippie 1ª edição / Por: Ana padilha



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